Ecologia
As medidas da UE para reduzir os resíduos de plástico:
Os produtos plásticos são muito utilizados, mas a sua crescente popularidade tem sido acompanhada de uma crescente quantidade de resíduos de plástico e lixo marinho, o que tem um impacto negativo no ambiente e na saúde das pessoas.
Os resíduos de plástico que não são reciclados vão para aterros, ou são incinerados, ou acabam dispersados na natureza – incluindo praias, florestas, rios e mares.
As fraldas descartáveis representam 5% do lixo urbano, isto representa 250.000 toneladas de resíduos não recicláveis por ano em Portugal e estes resíduos podem levar centenas de anos a decompor-se.
Em 2023, a UE lançou várias iniciativas para combater a poluição por resíduos de plásticos e microplásticos. Esses esforços complementaram ações anteriores, como a proibição de plásticos descartáveis iniciada em 2019.
Numa tentativa de combater a poluição originada pelos resíduos de materiais plásticos, a Comissão Europeia propôs uma estratégia europeia para a redução dos plásticos em janeiro de 2018 para garantir que até 2030 cada pedaço de uma embalagem plástica possa ser reutilizado ou reciclado. A mesma estratégia visava igualmente reduzir o consumo de plásticos descartáveis e o uso de microplásticos.
Não há dúvida de que, face aos produtos de substituição que começam a surgir no mercado, as fraldas descartáveis e os produtos de proteção individual serão proibidos a curto prazo e substituídos por produtos principalmente reutilizáveis.
O balanço ambiental entre fraldas descartáveis e reutilizáveis é claramente favorável às reutilizáveis.
Além disso é uma solução que permite poupar muito dinheiro numa necessidade básica.