Quedas das pessoas idosas. Uma solução simples contra um problema gigantesco

1. Quedas graves: a realidade em Portugal

  • 40 842 quedas graves registadas entre pessoas idosas em 2023

  • 70 % das quedas ocorrem em casa / 30 % em instituições (lares)

  • 76 % das quedas graves provocam uma fratura do colo do fémur

  • 1 em cada 3 pessoas morre no ano seguinte a uma fratura da anca

  • 1 em cada 2 pessoas nunca recupera a sua autonomia

  • Custo médio de uma fratura grave: 12 000 €

  • Custo total anual para o país: 303 milhões de euros

  • Nenhuma solução simples é atualmente proposta

2. As consequências: para a pessoa, a família e o lar

Para a pessoa idosa
Uma queda grave não é apenas um acidente. Muitas vezes, é uma viragem irreversível.

  • 1 em cada 3 pessoas morre no ano seguinte a uma fratura da anca

  • 1 em cada 3 nunca recupera a sua autonomia e torna-se totalmente dependente

  • Apenas 1 em cada 3 volta a encontrar alguma estabilidade… após longos meses de sofrimento, cuidados e reabilitação

Na prática, uma queda grave significa:

  • Dores intensas, imobilização prolongada, perda repentina de autonomia

  • Internamento hospitalar, cirurgia invasiva, reabilitação longa (3 a 12 meses)

  • Isolamento, perda de confiança, isolamento social, depressão

  • E frequentemente: a entrada definitiva na dependência

Uma queda pode ser o último passo antes da perda total da autonomia.

Para a família

  • Ansiedade constante, culpa, impotência

  • Gestão de urgência: presença no hospital, decisões a tomar

  • Carga emocional e logística pesada, por vezes com conflitos com o lar

Para o lar (instituição)

  • Mobilização urgente da equipa

  • Cuidados adicionais durante vários meses

  • Acompanhamento em consultas externas

  • Processos administrativos complexos

  • Risco para a reputação do estabelecimento

  • Custo estimado por queda grave: 4 095 €

  • Prejuízo médio anual: mais de 35 000 € por lar

3. Uma solução simples, concreta e eficaz

Uma tecnologia inspirada no setor automóvel

Os airbags salvaram milhares de vidas no setor automóvel. O mesmo princípio foi adaptado às pessoas idosas: um cinto discreto, leve e confortável, que pode ser usado por cima ou por baixo da roupa, e que se ativa automaticamente antes do impacto com o chão.

Como funciona

Deteção automática e fiável
4 sensores analisam continuamente os movimentos do corpo. Em caso de desequilíbrio súbito, o sistema reage em milissegundos.
Todos os elementos críticos foram duplicados: o cinto possui dois módulos de deteção independentes, que comunicam entre si para validar a queda e garantir uma ativação precisa. Isso reduz significativamente o risco de erros e de não ativação.

Ativação segura e controlada
Duas cápsulas de gás neutro insuflam uma única almofada protetora em forma de “C”, que envolve as ancas, o sacro e a zona lombar.
Ao contrário de outros produtos disponíveis, que utilizam sistemas de percussão pirotécnica sujeitos a regulamentação restrita, este cinto utiliza um sistema de percussão eletromagnética, mais seguro, fiável e livre de restrições legais.

Proteção real, adaptada às quedas verdadeiras
A forma da almofada foi concebida para proteger contra quedas não lineares — em rotação, deslize ou afundamento parcial. Muitos sistemas disponíveis protegem apenas um lado do corpo, assumindo que a queda é “limpa” e lateral. Na prática, o corpo roda, desliza, desequilibra-se de forma irregular, e um airbag mal posicionado pode falhar a zona de impacto.

Características principais

Sem botões, sem aplicações, sem configurações
Utilização extremamente simples: basta fechar uma fivela
Longa autonomia, sem manutenção diária
Sem ligação necessária (nem Wi-Fi, nem Bluetooth)
Deteção inteligente + ativação automática em menos de 0,1 segundo

Vantagens

Redução significativa das fraturas graves (colo do fémur, bacia, sacro)
Pode ser usada de dia e de noite
Confortável, leve e adequada ao uso contínuo
Pode ser partilhada entre residentes (uso solidário)

4. Em casa, o perigo também é muito real

Pensa-se muitas vezes que as quedas graves acontecem sobretudo nas instituições...
No entanto, 70 % das quedas graves ocorrem em casa.
E as consequências são dramáticas:

  • 76 % provocam uma fratura do colo do fémur

  • 1 em cada 3 pessoas morre no ano seguinte

  • 1 em cada 2 nunca recupera a autonomia

  • Apenas 1 em cada 3 recupera verdadeiramente: apenas um terço escapa sem sequelas graves

Em muitos casos, uma simples queda marca o início da dependência, da perda de confiança e do isolamento.

Mais vale proteger-se antes que seja tarde demais !


Bastam alguns segundos de distração, um tapete mal colocado, uma saída sozinha...
Basta uma queda para que tudo mude.

E, no entanto, existe hoje uma solução simples, discreta e acessível.
Por apenas alguns euros por mês, é possível usar uma proteção ativa , um cinto airbag que protege as ancas antes mesmo do impacto no chão.

Isto não é um luxo.
É uma prioridade.

Uma solução para:

  • Adiar a entrada numa instituição

  • Preservar a autonomia

  • E garantir mais segurança no dia a dia

5. Quedas graves: um risco muito maior nas instituições

Apenas 8 % das pessoas idosas com 75 anos ou mais vivem atualmente em instituições em Portugal (99 500 utentes num total de 1,26 milhões).
E, no entanto…

  • Esses utentes concentram 30 % de todas as quedas graves registadas em 2023

  • A taxa de quedas graves nos LAR atinge os 12,31 % por ano

Ou seja:

  • Uma pessoa idosa num LAR tem 6 vezes mais risco de sofrer uma queda grave do que alguém que vive em casa

  • Em média, 1 utente em cada 8 sofrerá uma queda grave todos os anos

Um perigo silencioso… mas muito real.
Uma realidade conhecida… mas muitas vezes ignorada.
Números alarmantes… para os quais existem soluções concretas.

6. O custo de uma queda grave para uma instituição: um peso invisível, mas real

Quando uma pessoa idosa sofre uma queda grave, é um choque humano.
Mas também representa um custo financeiro importante para o LAR.
No entanto, este custo passa frequentemente despercebido nos orçamentos, absorvido como uma fatalidade, integrado como parte do “funcionamento normal”.

E, no entanto…
Cada queda grave mobiliza recursos durante vários meses.
A equipa, os cuidados, os acompanhamentos médicos, a organização interna: tudo é afetado.
Sem contar com as consequências emocionais, administrativas ou reputacionais.

E se esses recursos fossem usados de outra forma?
Para melhorar a qualidade de vida dos utentes.
Para financiar a prevenção.
Para investir na tranquilidade do dia a dia.

Eis o detalhe de um custo real, baseado na experiência concreta de um LAR médio:

Despesa

Base de cálculo

Montante (€)

Cama desocupada durante 12 dias

Perda de faturação: 46 €/dia × 12 dias

552,00€

Gestão administrativa prolongada

Declaração, coordenação, planeamento: 20 h × 15 €/h

300,00 €

Reorganização interna

Mobilização da equipa: 10 h × 15 €/h

150,00 €

Acompanhamento às consultas

3 consultas × 3 h × 15 €/h

135,00 €

Cuidados reforçados durante 7,5 meses

0,5 h/dia × 225 dias × 15 €/h

1 687,50 €

Transportes hospitalares

6 deslocações × 3 h × 15 €/h

270,00 €

Fisioterapia

2 sessões/semana × 30 semanas × 15 €/h

900,00 €

Impacto reputacional / administrativo

Valor estimado

100,00 €

Total estimado por queda grave

4 094,50 €



Cada queda grave custa cerca de 4 100 € à instituição.
Estes custos são bem reais.
Simplesmente, tornam-se invisíveis nas contas, porque estão integrados na rotina.

E no entanto: um único dispositivo de prevenção poderia reduzir este custo pela metade… ou até em dois terços.

7. O número de quedas nos LAR: uma realidade estatística… e orçamental

As estatísticas mostram que, nas instituições para pessoas idosas, registam-se em média 1,7 quedas por cama e por ano.

Para um LAR com 42 utentes, isso representa cerca de 71 quedas por ano.

Estas quedas não têm todas a mesma gravidade, nem o mesmo impacto. Dividem-se em três grandes categorias:

  • Quedas ligeiras: a pessoa cai, mas não sofre lesões graves. Não há necessidade de transporte nem de chamada para os serviços de urgência. Geralmente, um cuidador intervém, tranquiliza, limpa um arranhão, muda a roupa, etc.
    Custo estimado: 50 € (tempo do pessoal, pensos, vigilância reforçada…).

  • Quedas intermédias: a queda é mais séria ou dúbia. Por precaução, chama-se o INEM ou os serviços de urgência. A pessoa passa algumas horas no hospital, por vezes uma noite.
    Custo estimado: 350 € (mobilização de um cuidador, acompanhamento, transporte, reorganização interna).

  • Quedas graves: requerem hospitalização prolongada, frequentemente cirurgia (fratura do colo do fémur), seguida de vários meses de cuidados.
    Custo total já detalhado: 4 094,50 € por queda.

Distribuição e custo anual sem cinto airbag – 42 utentes

Esta estimativa baseia-se em observações de campo:
55 % de quedas ligeiras, 37 % intermédias, 8 % graves.

Tipo de queda

Número estimado

Custo unitário

Custo total

Ligeiras

39

50,00€

1 950,00 €

Intermédias

26

350,00 €

9 100,00 €

Graves

6

4 094,50 €

24 567,00 €

TOTAL

71

35 617,00€

Mais de 35 000,00 € de perdas anuais para um LAR médio, só devido às quedas.

Distribuição e custo anual com cinto airbag – 42 utentes

Os testes e projeções mostram que, com o uso do cinto airbag:

  • 4 quedas graves são amortecidas → passam a ligeiras

  • 20 quedas intermédias são evitadas → passam a ligeiras

Tipo de queda

Número estimado

Custo unitário

Custo total

Ligeiras

63

50,00 €

3 150,00 €

Intermédias

6

350,00 €

2 100,00 €

Graves

2

4 094,50 €

8 189,00 €

TOTAL

71

13 439,00 €

Balanço financeiro anual

Cenário

Custo total

Sem cinto

35 617,00 €

Com cinto

13 439,00 €

Poupança líquida

22 178,00 € / ano

Para além de proteger os utentes, o cinto permite uma poupança líquida de mais de 22 000,00 € por ano para um LAR médio.

8. Segurança dos utentes: uma obrigação legal em Portugal
Os lares de idosos não têm apenas uma responsabilidade moral, têm a obrigação legal de garantir a segurança física e o bem-estar dos seus utentes.

O que a lei exige aos LAR:

  • Avaliação regular dos riscos de queda para cada utente

  • Implementação de medidas preventivas concretas e personalizadas

  • Vigilância reforçada das pessoas identificadas como vulneráveis

Estas obrigações estão previstas em vários textos legais de referência:

  • O Regulamento dos Estabelecimentos Sociais, supervisionado pela Segurança Social

  • As normas sanitárias da Direção-Geral da Saúde (DGS)

  • O Código Civil português, que impõe o dever de proteção, prevenção e diligência

Em caso de queda grave sem medidas preventivas
O lar arrisca-se a consequências jurídicas sérias:

  • Responsabilidade civil
    → O estabelecimento pode ser condenado a indemnizar a vítima ou a família se a queda for considerada evitável.

  • Responsabilidade penal
    → O artigo 152.º-A do Código Penal português pune os maus-tratos a pessoas vulneráveis, incluindo por negligência.
    ➤ Os diretores ou responsáveis podem ser responsabilizados penalmente.

  • Sanções administrativas
    → Inspeções reforçadas, advertências, suspensão ou perda da licença, consoante a gravidade da situação.

Resumo:

  • Os LAR têm a obrigação legal de prevenir as quedas.

  • Não agir significa assumir um risco jurídico, humano e financeiro grave.

  • Existem soluções simples, concretas e acessíveis.

  • Ignorar estas soluções pode ser interpretado como negligência voluntária.

Para além da lei, está em causa a relação com as famílias.
Uma queda grave não antecipada representa uma perda de confiança, possíveis conflitos, acusações… e um sofrimento que poderia ter sido evitado.

9. Uma solução acessível e solidária

1. Um aluguer simples, flexível e sem compromisso

Criámos este modelo para que seja acessível de imediato, sem complicações nem surpresas.

  • Aluguer mensal: 49 € com IVA incluído

  • Sem compromisso: pode cancelar quando quiser

  • Cinto pronto a usar, testado e seguro

  • Manutenção anual incluída (substituição do têxtil, controlo, lavagem)

  • Em caso de queda: substituição imediata + recarga a preço fixo

Uma solução clara, sem custos escondidos, pensada para proteger sem complicar.

2. Um modelo solidário para não deixar ninguém de fora

Muitos utentes estão isolados, sem família, ou em situações em que ninguém pode assumir o custo da proteção.
Os LAR, por sua vez, raramente dispõem de orçamento preventivo para este tipo de equipamento.

Foi por isso que implementámos um modelo solidário único:
Por cada cinto alugado por uma família, um segundo é oferecido gratuitamente ao LAR, para ser utilizado:

  • Por um utente sem apoio familiar

  • Durante saídas ou atividades de risco

  • Ou de forma rotativa entre utentes vulneráveis

Condição: a partir de 4 aluguéis, 4 cintos são oferecidos gratuitamente ao LAR ou ao serviço de apoio domiciliário.

O nosso objetivo é proteger o maior número possível de pessoas, com uma lógica humana e justa, sem impor nada a ninguém.

Resultado: todos saem a ganhar

  • A família protege o seu familiar com uma solução eficaz

  • O LAR reduz os seus riscos, sem despesas

  • Outros utentes beneficiam gratuitamente de uma proteção que não poderiam financiar

Este modelo solidário é uma forma concreta de contribuir, de forma eficaz, simples e humana.

10. Para os LAR e os serviços de apoio domiciliário: tornem-se os transmissores de uma solução útil

Enquanto profissionais no terreno, são os primeiros a observar as quedas, a tranquilizar as famílias, a gerir as consequências.

A vossa ajuda é essencial :

  • Informar as famílias

  • Propor uma proteção concreta

  • Orientar para uma solução realista

Graças ao modelo solidário, o vosso LAR ou serviço pode beneficiar de cintos gratuitos a partir de 4 alugueres ativos, sem qualquer impacto no orçamento.
Estes cintos podem ser atribuídos a utentes sem família ou partilhados conforme as necessidades.

Um simples link a partilhar é suficiente. Este blog foi feito para isso.

https://seucuidar.com/en/blog/news/cinto-airbag-v1-solidario

"Nem todas as quedas podem ser evitadas. Mas as mais graves sim. E tudo começa com um cinto."

Interessado? Deixe-nos os seus dados
Quer seja:

  • Uma família que deseja proteger um ente querido

  • Um LAR que pretende apresentar a solução às famílias

  • Um serviço de apoio domiciliário à procura de uma solução fiável

Preencha simplesmente o formulário abaixo.
Isto não representa qualquer compromisso, mas permite-nos:

  • Enviar-lhe as condições completas por e-mail

  • Fornecer-lhe um contrato claro e simples

  • Responder às suas dúvidas de acordo com o seu perfil

Um pequeno gesto pode fazer uma enorme diferença.

https://forms.gle/ARCBPeQE1LVvBD3G6

Ver o produto no nosso site: https://seucuidar.com/en/home/26-cinto-airbag-v1-prevencao-de-fraturas.html

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